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Doenças Respiratórias
Mudanças climáticas são os fatores que mais contribuem para a incidência dessas doenças, porque o organismo direciona suas energias para manter a temperatura corporal. Há duas formas de doenças respiratórias: alérgicas ou infecciosas.
As alérgicas são causadas pela sensibilidade genética para determinados agentes, como poeira e ácaros. Por isso é preciso fazer um trabalho constante de prevenção, principalmente de viroses, para o tratamento das pessoas alérgicas. Alguns outros fatores podem ser agentes alérgicos: animais domésticos, fungos (especialmente o mofo), o fumo, alguns medicamentos (antiinflamatórios e ácido acetilsalicílico) e mesmo o estresse, porque já se estabeleceu, em alguns casos, uma relação entre crises alérgicas agudas e descontrole emocional.
Já as doenças respiratórias infecciosas são as causadas por vírus ou bactérias, como os resfriados e pneumonias. Nesses casos, o contágio ocorre com mais facilidade em ambientes fechados, aglomerações, contato com pessoas portadoras das doenças, por meio de tosses e espirros. Um estudo recente comprovou que a simples lavagem das mãos com freqüência pode reduzir em até 45% dos acessos de doenças respiratórias.
As infecções das vias aéreas ou respiratórias dividem-se, segundo a sua localização, em altas e baixas. As primeiras são as que acometem o nariz ou boca até a traquéia superior, caso das amigdalites, as faringites, otites e rinossinusites. As infecções baixas são aquelas que acometem os órgãos da traquéia medial até os alvéolos pulmonares, como bronquite, pneumonias, entre outras.
Uma das principais infecções respiratórias é a otite. Define-se como otite o processo inflamatório e / ou infeccioso do ouvido. Segundo a sua localização, esta pode ser classificada como otite externa ou otite média. Na otite externa, há o comprometimento da orelha externa, que ocorre com maior freqüência nos períodos mais quentes do ano. Os principais sintomas são dor, perda parcial da audição por inchaço do canal auditivo e a presença de secreção purulenta do canal auditivo.
Já a otite média divide-se em aguda, secretora e crônica. Trata-se de uma infecção que pode ser tanto viral quanto bacteriana e que acomete uma porção do ouvido denominada orelha média, inclusive a membrana timpânica. Como o ouvido médio se conecta com a faringe, muitas características das infecções da faringe estão também presentes nestas infecções. Os principais sintomas da otite média são a sensação de pressão no ouvido, diminuição da audição (hipoacusia), sensação de ouvir a própria voz, dor em grau variável e corrimento purulento pelo canal auditivo, caso haja perfuração do tímpano.
O tratamento das otites dependerá principalmente do quadro clínico do paciente. Os medicamentos mais utilizados são antibióticos, antiinflamatórios e descongestionantes sistêmicos. Muitas vezes, poderá ser realizada uma cirurgia para a retirada da secreção purulenta.
SOMENTE O SEU MÉDICO ESPECIALISTA ESTÁ HABILITADO PARA INDICAR A MELHOR FORMA DE TRATAMENTO.
Fonte:
http://www.ache.com.br/consumidor/saude/doencas/respiratorias.asp?SID=61110449
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