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Medicamentos são Melhores Aliados no
Abandono do Tabagismo
Sem força de vontade, viciado, fraco, relapso com sua saúde, irresponsável, egoísta. Esses são apenas alguns dos adjetivos que costumam ouvir fumantes inveterados, quando criticados pelos insistentes antitabagistas. A dra. Jaqueline Scholz Issa, coordenadora do Ambulatório de Tratamento do Tabagismo do Incor - Instituto do Coração, garante que todas essas alegações são injustas. E ainda recomenda aos tabagistas grandes aliados para deixar de ouvir tais impropriedades: os remédios antitabaco.
"O fumante é dependente de nicotina, seus neurotransmissores cerebrais estão condicionados a receberem seus estímulos e, a partir daí, liberarem substâncias responsáveis por sensações de prazer, capazes de tranquilizá-los em várias situações", explica a médica. "Sendo assim, deixar tudo isso de lado não é tão fácil quanto possa parecer", arremata.
Baseada na sua experiência de mais de 15 anos no tratamento clínico diário de tabagistas, a dra. Jaqueline é enfática: "Classifico como antiético esperar que um fumante interrompa o vício apenas com força de vontade, na raça, considerando que existem hoje tantos recursos médicos importantes disponíveis, que podem ser fundamentais nas crises de abstinência". As estatísticas do Ambulatório de Tratamento do Tabagismo do Incor, que já atendeu mais de 2.000 tabagistas desde a sua criação, em 1996, indicam que ela tem razão. Cerca de 65% a 70% dos pacientes que procuram atendimento na instituição na maioria das vezes encaminhados por seus médicos, por estarem em situação de risco para a saúde - já tentaram antes largar o cigarro. Dos 80% dos fumantes brasileiros que querem deixar o vício, apenas 3% conquistam a vitória anualmente, segundo a Dra. Jaqueline.
Ninguém precisa marchar sozinho para essa batalha, na visão da coordenadora do ambulatório especializado do Incor. Ela conta que recorre à ingestão de medicamentos para 100% dos pacientes que chegam à instituição. À base de reposição de nicotina (adesivos, pastilhas, gomas de mascar) ou bupropiona (antidepressivos), os tratamentos duram de oito a 12 semanas.
A interrupção imediata do cigarro é uma exigência para o início do tratamento nicotínico. Os repositores de nicotina, como as gomas, são prescritos de forma que a concentração a ser utilizada seja semelhante à quantidade de nicotina consumida pelo fumante - o que equivale, em média, a cinco a seis gomas diárias. A ação preferencial dos medicamentos é nos momentos agudos de grande necessidade de fumar (fissura). O ideal é a ingestão de um pouco de água antes de se mascar a goma o que deve acontecer por, no máximo, 30 minutos.
Nos vários momentos desse tipo ao longo do dia é que o Dr. Júlio Terra, médico endocrinologista, recorre às gomas de nicotina. O endocrinologista, fumante há mais 30 anos, consumindo cerca de 1,5 maços diários, virou paciente da dra. Jaqueline por recomendação de seu próprio médico. Ele nunca havia tentado parar de fumar antes. Assim que começou a empreitada, sentiu na pele as dificuldades em deixar de lado o que ele classifica como ¿a única droga que você usa durante o dia inteiro. Sempre percebi o cigarro como um grande tranquilizante e um poderoso antidepressivo, relata ele. Hoje há quase oito meses sem fumar, Terra admite que possivelmente não tivesse abandonado o cigarro sem contar com os medicamentos. As gomas de mascar têm me salvado, exclama.
Fonte:
http://www.pfizer.com.br/pop_up/noticias/top.asp
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