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Menopausa e Hormônios
As mulheres de hoje devem entender a menopausa, não como a porta de entrada para a velhice, mas como o início de uma nova vida repleta de novos interesses e perspectivas. Não, não se trata de mais um discurso demagógico e otimista. Realmente, com os avanços dos conhecimentos sobre o climatério e menopausa, com os avanços de novas terapias substitutivas, dietas balanceadas, programas de atividades físicas, terapias ocupacionais e emocionais, o envelhecimento passou a ser muito mais harmônico, mais lento e compatível com melhor qualidade de vida.
Como o envelhecimento é um problema que diz respeito a toda humanidade, todos deveriam estar envolvidos para sua melhora, embora isso nem sempre aconteça. Alguns segmentos de nossa sociedade (e segmentos muito importantes) continuam insensíveis ao problema do envelhecimento (alheio) e não se esforçam para melhorar as condições materiais de vida na terceira idade, infelizmente.
É responsabilidade dos médicos, esclarecer suas clientes quanto às repercussões físicas e mentais do climatério, orientando medidas preventivas contra doenças e oferecendo apoio psíquico necessário para melhorar a qualidade de vida.
A média de idade para início da menopausa varia, nas diversas populações do mundo, ocorrendo entre 50 e 52 anos nos países ocidentais. Sabe-se que alguns fatores influenciam a idade da menopausa mas os trabalhos não são concordantes quanto a isso. Parece que o comprometimento vascular, decorrente de cirurgias dos ovários, a dieta vegetariana, grandes altitudes e magreza são citados como fatores que abreviariam a idade para a menopausa, assim como a número de filhos e a idade de menopausa da mãe (Torgerson, 1994).
Fisiologicamente, a redução progressiva do estrogênio, que acontece na menopausa, promove efeitos profundos no organismo todo. Em alguns casos a conseqüência dessa deficiência de estrogênio, em longo prazo, propicia sintomas desagradáveis e, algumas vezes, sérias doenças. De fato, o desenvolvimento de algumas doenças crônicas e degenerativas se relaciona à deficiência de estrogênio. Entre elas, está a osteoporose, as doenças cardiovasculares, a demência e as atrofias do tecido genital, resultando em vaginite, incontinência urinária e dor na relação sexual (Montgomery, 1991).
Os sintomas da deficiência estrogênica podem ser observados desde o início do processo da menopausa (climatério), sendo os mais freqüentes as ondas de calor, crises de sudorese noturna, palpitações, cefaléias e vertigens. Sintomas psicológicos também podem ocorrer com freqüência e incluem depressão, irritabilidade, fadiga e perda da libido.
Em relação às alterações emocionais da menopausa, não se pode atribuir exclusivamente ao estrogênio a responsabilidade por tudo que ocorre. É importante considerar todo o panorama existencial da pessoa menopausada, os elementos sociais, biológicos, o passado emocional e físico, as condições atuais, etc.
Como a expectativa de vida vem apresentando expressivo aumento, já se admite, hoje em dia, que as mulheres viverão um terço de suas vidas em estado de deficiência estrogênica, portanto, após a menopausa. Portanto, a saúde e a qualidade de vida da mulher na menopausa e depois dela passa a merecer especial atenção da medicina em geral e da ginecologia e psiquiatria em particular.
Fonte (Leia o artigo Completo):
http://gballone.sites.uol.com.br/mulher/menopausa.html
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